O selecionador Jorge Jesus reconheceu na Dinamarca que não devia ter colocado o avançado Cristiano Ronaldo a aquecer tanto tempo no jogo na Noruega, um dos oito pontos defendidos pelo futebolista no documento hoje revelado.
Numa mensagem escrita hoje divulgada, sobre o abandono da seleção antes do jogo na Dinamarca, Ronaldo revelou que foi produzido um “pequeno documento” que o próprio validou, com oito pontos, sendo o mesmo entregue ao selecionador “tal como ele havia solicitado”.
Este documento foi preparado depois de uma reunião com Jorge Jesus, em que também esteve presente Simão Coutinho, diretor desportivo do Al Nassr, na véspera da partida com os dinamarqueses.
O avançado dos sauditas revelou que se realizou depois novo encontro, por videoconferência, entre Jorge Jesus, Simão Coutinho e Tiago Craveiro, a pedido do selecionador, em que se resumiu a reunião, tendo sido elaborado um documento que serviria de introdução à conferência de antevisão do jogo com a Dinamarca.
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Os oito pontos do documento, validados por Ronaldo, passavam por revelar que o plano de utilização foi proposto por Jesus e aceite pelo capitão e reconhecer que o avançado não questionou as suas escolhas.
Na sala de imprensa, Jesus acabou por assumir que tinha elaborado um plano de utilização do capitão, que passava por não jogar na Noruega e na Dinamarca, mas pensou que o avançado podia ser útil durante alguns minutos, com Ronaldo a “não se negar a nada”.